quarta-feira, 12 de novembro de 2008

terça-feira, 11 de novembro de 2008

esqueci de regar meu jardim:
as margaridas choraram
e os capitões declararam guerra

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

agora, depois do banho
depois da ceia
depois da música
e das conversas
depois do café
e das bolachas
depois do amor

agora, nos entremeios
que separam
minhas vontades
das suas
somos serenos

a ausências das intenções
mascaradas em metáforas
agora, depois da tempestade
depois do sonho, da viagem
dos dilemas que esquecemos
das fotografias digitais

talvez sem medo
de ofecerer a outra face
de receber flores
de escrever bilhetes
de falar com os olhos
com o sorrido
de escutar o barulho da rua

agora, depois de fechar
as janelas, as portas
de conferir o alarme
de escovar os dentes
tomar leite, assistir
qualquer coisa
ler sobre o mundo

depois, somos serenos
inevitavelmente
mascarados
mas livres
de qualquer
imitação
do infinito

agora, depois
agora

domingo, 2 de novembro de 2008

em dor fina

passei o tempo do dia
à regalia de quem tem
tempo para sentir
os quereres
do coração

ah! seria assim
tão difícil ter
toda a vida
em um tarde
vazia?

não sei

deixarei para amanhã
as vontades
que me ocorrem
hoje
"Sou um poeta que põe em prosa o que a vida põe em versos, e em versos o que a vida põe em prosa. Por isto, permanecerei um estrangeiro até que a morte me rapte e me leve para minha pátria". (G. Khalil Gibran)

nos dias em que as nuvens
encombrem o céu
em tons de cinza
reparo ainda mais
o quando nós
somos pessoas
coloridas

sábado, 1 de novembro de 2008

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa


iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii


aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa


iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii


tom do dia

tô hunnnnnnnnnnnnnnn


manifesto

gesto


êêêêêêêêê.... pá!


grunidinhos grudados

na gargAAAAANNNta!


Ê! ê...